José Rodrigo Rodriguez

Nem reza brava

In Poemas para mim mesmo on 21/06/2011 at 21:18

um trabalho que nunca acaba
um deus que sempre perdoa
um mundo que um dia se torna
o Paraíso na Terra,
um filho que é dois ou
é três,
parte do Pai que ao nascer,
aí mesmo regenera,
mais um livro milenar,
uma batina branca e
muitas cruzes, muitas
cruzes, muitas mais,
um auto-retrato
em espelho convexo,
a culpa que também
nunca passa,
mas que há maneiras
de lidar,
perdão, Deus,
perdão,
tempo de muda.

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